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O Presidente da República, Daniel Francisco Chapo, defendeu que a diplomacia deve assumir um papel estratégico na defesa dos interesses nacionais e na projecção de Moçambique no mundo, ao conferir posse ao novo ConselheirO Presidente da República, Daniel Francisco Chapo, defendeu hoje que a diplomacia deve assumir um papel estratégico na defesa dos interesses nacionais e na projecção de Moçambique no mundo, ao conferir posse ao novo Conselheiro do Presidente para os Assuntos Diplomáticos e ao Curador do Museu da Presidência da República. Na ocasião, destacou igualmente a importância da preservação da memória institucional na consolidação do Estado moçambicano.
Na cerimónia, Carlos Manuel Carlos Rodrigues da Costa tomou posse como Conselheiro do Presidente da República para os Assuntos Diplomáticos, enquanto Jerónimo Jeremias Nhamunze foi empossado como Curador do Museu da Presidência da República.
Na sua intervenção, o Chefe do Estado sublinhou que o acto ocorre num contexto internacional marcado por profundas transformações e desafios complexos que exigem dos Estados visão estratégica, capacidade institucional e liderança esclarecida.
O Presidente Chapo referiu que o mundo vive uma fase caracterizada por tensões geopolíticas persistentes, redefinição de alianças estratégicas e intensificação da competição entre grandes potências, além dos impactos crescentes das alterações climáticas e dos desafios ligados à insegurança alimentar e energética global.
A estes factores, acrescentou, somam-se fenómenos como conflitos armados, terrorismo e extremismo violento, que colocam à prova a capacidade dos Estados de proteger os cidadãos, defender a soberania e promover o desenvolvimento sustentável.
Perante este cenário, o Chefe do Estado sublinhou o papel determinante da diplomacia na afirmação do país no sistema internacional.
“Perante este quadro internacional em rápida transformação, torna-se cada vez mais evidente que a diplomacia constitui um instrumento central de afirmação do Estado, de defesa dos interesses nacionais e de promoção da paz, da cooperação e do progresso que todos nós almejamos”.
Dirigindo-se ao novo Conselheiro para os Assuntos Diplomáticos, o estadista moçambicano enfatizou que o exercício da função exige “lealdade absoluta à Constituição da República, ao Estado e aos valores que orientam a nossa Nação moçambicana”, bem como visão estratégica, rigor analítico e profundo conhecimento das dinâmicas regionais e internacionais.
No desempenho das suas funções, acrescentou, caberá ao conselheiro assessorar o Chefe do Estado na definição e condução da política externa, acompanhar a evolução do sistema internacional e reforçar a articulação institucional entre a Presidência da República, o Ministério dos Negócios Estrangeiros e Cooperação e outros sectores do Estado.
Na mesma ocasião, o Presidente destacou o papel do Museu da Presidência da República na preservação da memória institucional e na promoção da educação cívica.
“O Museu da Presidência da República não é apenas um espaço de exposição. É um lugar de memória, de educação cívica e de cidadania e de afirmação da identidade nacional”.
Segundo o Chefe do Estado, a nomeação das duas figuras reafirma o compromisso do Estado com a projecção estratégica de Moçambique no mundo e com a preservação da memória institucional que sustenta a independência nacional.o para os Assuntos Diplomáticos, Carlos Manuel Carlos Rodrigues da Costa, e ao Curador do Museu da Presidência da República, Jerónimo Jeremias Nhamunze. O Chefe do Estado destacou que, num contexto internacional marcado por tensões geopolíticas, alterações climáticas e desafios de segurança, a diplomacia constitui instrumento central na afirmação do Estado, defesa da soberania e promoção do desenvolvimento. Sublinhou ainda a importância do Museu da Presidência como espaço de preservação da memória institucional, educação cívica e afirmação da identidade nacional.