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O Presidente da República, Daniel Francisco Chapo, afirmou que Moçambique perdeu um “grande quadro” e um “patriota por excelência” com a morte de Alfredo Gamito, uma das figuras mais marcantes da administração pública moçambicana desde os primeiros anos da independência nacional.
Numa mensagem de pesar divulgada esta semana, o Chefe do Estado destacou o papel determinante desempenhado por Gamito na construção e consolidação do Estado moçambicano, sublinhando a sua contribuição nas áreas da administração pública, reformas do Estado, consolidação da democracia e fortalecimento do diálogo nacional.
Segundo Daniel Chapo, Alfredo Gamito distinguiu-se pelo seu elevado sentido de responsabilidade, dedicação ao serviço público e compromisso permanente com o interesse nacional, tendo participado ativamente em momentos decisivos da história política e institucional do país.
Ao longo da sua carreira, Gamito ocupou vários cargos de relevo, com destaque para funções governativas e parlamentares, nas quais teve intervenção direta na modernização da administração pública, na promoção da descentralização do Estado e no reforço da governação democrática, particularmente no período pós-independência e pós-conflito.
O Presidente da República salientou ainda que o legado deixado por Alfredo Gamito ultrapassa a dimensão política, afirmando que a sua postura ética, visão institucional e humanismo fazem dele uma referência para as atuais e futuras gerações de servidores públicos e dirigentes do país.
A morte de Alfredo Gamito gerou várias manifestações de pesar no seio da classe política, institucional e da sociedade em geral, que reconhecem nele um dos quadros mais experientes e influentes da história recente de Moçambique.