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O Presidente da República, Daniel Francisco Chapo, realizou hoje uma visita de trabalho à província de Gaza, onde dirigiu a II Sessão Ordinária do Conselho de Ministros e efectuou uma deslocação às zonas afectadas pelas cheias e inundações que atingem várias regiões do país.
A sessão do Conselho de Ministros decorreu no âmbito do trabalho governamental de avaliação in loco da situação provocada pelas cheias na província de Gaza e na Cidade e Província de Maputo, permitindo uma análise direta dos impactos, bem como da resposta em curso para mitigar os efeitos da calamidade.
“O Estado continua no terreno, com o povo”, reafirmou o Chefe do Estado, sublinhando o compromisso do Governo em acompanhar de perto as populações afetadas e garantir assistência contínua. 🇲🇿
Durante a visita, o Presidente deslocou-se a zonas severamente inundadas e a centros de acolhimento, onde verificou as condições de assistência prestada às famílias deslocadas, incluindo o acesso a alimentação, água potável, cuidados de saúde e abrigo. As autoridades locais apresentaram informações detalhadas sobre os principais desafios enfrentados, nomeadamente danos em infraestruturas, habitações e áreas agrícolas.
No domínio da educação, o Conselho de Ministros analisou o impacto das cheias sobre várias unidades escolares afetadas a nível nacional, tendo decidido ajustar o calendário escolar. Assim, foi ratificado que a abertura oficial do ano lectivo terá lugar no dia 27 de Fevereiro de 2026, enquanto o início efectivo das aulas está marcado para o dia 02 de Março de 2026, em todo o território nacional.
O Governo reiterou que a sua prioridade absoluta continua a ser a salvaguarda de vidas humanas, a reposição gradual dos serviços essenciais e a proteção do direito à educação, num contexto de resposta à emergência e preparação para a fase de recuperação e reconstrução.
No final, o Presidente da República apelou à união e solidariedade de todos os moçambicanos, destacando que o enfrentamento dos efeitos das cheias exige um esforço conjunto do Estado, parceiros e da sociedade no seu todo.
As autoridades continuam a monitorar a evolução da situação, assegurando a implementação de medidas para reduzir os impactos das cheias e garantir a segurança e dignidade das populações afetadas.