O Presidente da República, Daniel Francisco Chapo, presidiu, em Maputo, à cerimónia de encerramento do 13.º Curso de Instrução Básica de Prestadores do Serviço Cívico de Moçambique, destacando o papel da instituição na formação de jovens comprometidos com o desenvolvimento económico, o civismo e a coesão social.
Perante os 662 prestadores recém-formados, o Chefe do Estado afirmou que o Serviço Cívico se consolida como um instrumento estratégico do Estado para preparar uma juventude disciplinada, tecnicamente capacitada e consciente da sua missão na construção do bem comum.
Daniel Chapo enalteceu a evolução da instituição, sublinhando que esta se tornou um espaço de formação integral, onde são cultivados valores de patriotismo, responsabilidade social e competências práticas para a vida comunitária.
O Presidente destacou que a formação dos prestadores abrange áreas como primeiros socorros, protecção civil, gestão comunitária, agricultura, empreendedorismo e resposta a emergências. Segundo afirmou, estas competências permitem aos jovens contribuir directamente para projectos de desenvolvimento local e acções de reconstrução em zonas vulneráveis.
O Chefe do Estado sublinhou ainda o impacto do Serviço Cívico nas regiões afectadas pelo terrorismo, afirmando que a presença de jovens formados contribui para fortalecer a resiliência das comunidades, apoiar o regresso das populações deslocadas e complementar as acções de segurança no terreno.
Segundo Daniel Chapo, a estabilidade constrói-se não apenas com meios militares, mas também com jovens preparados, comunidades organizadas e instituições fortes, defendendo uma abordagem integrada para a consolidação da paz e do desenvolvimento nacional.
O Presidente da República reafirmou o compromisso do Governo em reforçar as infra-estruturas, os meios logísticos e as condições de ensino do Serviço Cívico, com vista à expansão do número de prestadores e ao aumento do impacto da instituição em todo o país.
Aos novos prestadores, Daniel Chapo deixou uma mensagem de confiança e responsabilidade, apelando para que a formação recebida seja transformada em serviço à comunidade, solidariedade e dedicação ao progresso de Moçambique. Sublinhou que a juventude constitui um activo estratégico para a construção de um futuro assente na paz, produtividade e desenvolvimento sustentável.